Tenho dó do ente humano doente...

 

Por quase nada, ou até por menos, mais um doente ente humano desprezaria, pois, este amiúde, não me deixa em paz, quando se compraz com a sua própria natureza, que é das edazes a mais feroz; a ser assim, nem mesmo com uma flor bela, me espanque, pois,


"Eu não sou bom, nem quero sê-lo,

Contento-me em desprezar quase todos,

Odiar alguns,

Estimar raros

E amar uma “*

 

* - Esta concepção áspera, entre aspas, é da minha querida amiga - Florbela Espanca - para dela me servir, a transpus ao gênero feminino, um dos dois únicos que pode existir...

 

 

PS - Fico-lhe muito obrigado pela sua visita. Se ler mais, ainda que seja por acaso, caso a menos, não farei da sua atenção.

 

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