O fim justifica os meios - O único erro de Adolf

 

Adolf, que não se orgulhava do seu próprio nascimento, ou antes, da sua própria origem, de discernimento bem orientado não era farto; falto de prudência, muita vez, não deixava de ser, ou até, jamais conseguiria não sê-lo; assim, subestimou Francis, quando não, não o compreendeu, ou até o desprezou, por ignora-lo. Ignorou Hermann, comprovadamente, e foi acolher Nicolau. Se o que fora escrito por este, muito não leu o Führer, logo, se “conduziu” mal, bem o seguindo, o suficiente para pô-lo em prática, pois Nicolau, ainda que pensasse muito, pouco escreveu, mas, o bastante deixou escrito, para chamar atenção dos príncipes. Em verdade, Nicolau bem, ou antes, muito bem escreveu, mas, alguns, senão todos que o leram, mal, senão muito mal, inferiram de seus escritos o que deveria ser: “Cum finis est licitus, etiam media sunt licita”, ou seja, “quando o fim é bom, também são os meios”. Inferiu, verdadeiramente mal, quem assim procedeu, pois esta verdade, de Nicolau, não poderia ser retirada, visto que esta verídica asserção, à vera, fora proferida por Hermann; com efeito, esta inferência mentirosa: “o fim justifica os meios”, sem engano, nas letras de Nicolau, bem poderia ser encontrada.

Até aqui, quase já dá para ver a diferença que fazem as nações e o passar dos anos. Para desprezarmos o “quase”, levemos à luz, países e datas:

 

Nicolau Maquiavel em 3 de maio de 1469 nascera na Itália; neste mesmo país faleceu em 21/06/1527.

Hermann Busenbaum em 19 de setembro de 1600 nascera na Alemanha; neste mesmo país faleceu em 31/01/1668.

Francis Galton em 16 de fevereiro de 1822 nascera no Reino Unido. neste mesmo país faleceu em 17/01/1911.

Adolf Hitler nascera na Alemanha, ou antes, lá quisera nascer, pois na Áustria fora dado à luz em 20 de abril de 1889. Faleceu na Alemanha, em 30/04/1945.

 

Continuemos a ver este texto, e veremos que pelas datas, pelos homens e pelas suas nacionalidades, é bem visto o incongruente atavismo de Adolf, ou antes, o consequente atavismo cometido por ele - o Adolf - fora antes, consequência da imprudência, deste gênio, que poderia ter sido do bem, pois, dito já fora antes: ele - O condutor - de prudência era falto, e farto em discernimento truncado, fora sempre; com efeito, também fora sempre esperado o seu desinteresse por Teologia; à Teleologia, entretanto, deveria ter voltado a sua atenção, pois, por não tê-lo feito, ignorou Hermann, seu “compatriota”. Ele - o Führer - sempre subestimou a Inglaterra, logo, haveria de subestimar Francis. Ao apoiar a Itália, haveria de apoiar Nicolau, ainda que muito no tempo retrocedesse. Eis aqui o grande e único erro cometido por Adolf, que mal lia a sua própria clássica língua pátria, e quase cego à arcaica grafia latina, fora.

O seu nobilíssimo discernimento, ainda que mal orientado - o de Hitler - o fez sonhar com o “bem nascer” para o seu próximo, mas, a sua sórdida imprudência, o fez conduzir, quase toda a humanidade, a um “mal morrer”.

Aparentemente, mudemos de assunto, pois só aparente é a diferença entre o cerne do que até aqui fora dito, e o que dito será, daqui à frente:

- Houve, ou há empreendimento mais nobre que a prática da Eugenia?

Há expediente mais promissor que possa salvar a humanidade que não passe pela busca das condições mais propícias à reprodução e melhoramento genético da espécie humana, ou seja, a Eugenia

Não! Não há. Assim pensemos todos nós, pois não há que pensar diferente; e diferente não pensara Hitler, mas, por imprudência sua - a do Führer - e que não seja nossa, não soube ele se conduzir diante de tão grandioso fim para que não se findasse o ente humano sobre a face da terra. E diante da sua própria desorientação temeu pelo fim do seu sonho, sem que realizado fosse, pois, à existência do Terceiro Reich, deu o limite de mil anos; por dúvida, deixou o Führer de ver que se bem conduzido o seu mundo dele, que nosso há de ser, só ao infinito, poderia tender em busca da sua própria finitude.

Dúvidas não há: pois corroboram esta asserção, todas e quaisquer manifestações vitais, visto que se expressam essencialmente, fundadas em um legado genético; assim, para que ocorra a metamorfose que nos salvará - a nós os humanos - basta que apreendamos os meios que impeçam, ou antes, basta que apreendamos os meios que possam controlar a reprodução humana...

Serei mal interpretado?

- Sim! Serei, e muito! E se não o fosse, não seria a minha convicção acima, sustentada... Pois, escassez de imprudentes não há; há falta sim, de discernimento entre os humanos que somos; logo, aos fartos de senso, há facilidade para que compreendam que a Eugenia bem justificaria o projeto de Hitler; e através dos meios que estão ao alcance dos prudentes, nos dias de hoje, bem podemos pô-la em prática. Por ser assim na teoria, e assim, algum dia, sem que possamos evitar, será na prática; logo, de imediato, ao constatarmos que há um caráter, naturalmente genético, que limite ou impeça a compreensão deste texto, por aqueles que hão de contesta-lo, à reprodução, impeçamos, de forma compulsória, que cheguem os mesmos; ou seja, que sejam genitores, de forma sumária, devemos impedi-los...

Quanto a mim, da minha ascendência, maiores motivos não tenho para que tenha maior orgulho; ainda assim, deixo boa progênie, que só a minha custa, naturalmente, não pude fazê-lo; contudo, não mais transmito o meu patrimônio genético, não por não poder fazê-lo, mas por limitação natural da minha companheira; com efeito, para alento nosso - dela e meu - filhos e netos nossos, bem podem nos perpetuar, caso, o acaso lhes contemple com bons cônjuges. Em particular, outro e maior alento terei, se bem me ler e não menos me compreender você; para tanto, pense; pense à direita, pense à esquerda, e antes de pensar em outra direção, eleve seus pensamentos ao alto. Se assim o fizer, você e eu, com mais proveito, perpetuaremos as minhas ideias que mais podem contribuir para que sejam “bem nascidas” as humanas gerações vindouras...

 

 

PS - Fico-lhe muito obrigado pela sua visita. Se ler mais, ainda que seja por acaso, caso a menos, não farei da sua atenção.

 

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